Geralmente, quando um adolescente desmaia, é algum problema emocional, uma necessidade de chamar a atenção. Pais e professores não devem desconsiderar isso. Mas cuidado porque pode tratar-se de uma epilepsia, por exemplo.
A palavra epilepsia
Utilizada pela primeira vez por Avicena (980-1037), no século 11, é originada do verbo grego epilambanein que significa ser tomado, atacado ou dominado, ou seja, trata-se de um verbo que sugere que uma força externa provoca a crise. Para os antigos, uma divindade ou um espírito diabólico. Epilepsia, é definida como uma moléstia cerebral, que se manifesta por acessos, em há abolição completa dos sentidos e da razão, acompanhados de movimentos convulsivos.
O que é Eplepsia
Trata-se de uma desordem neurológica que, em determinados momentos, leva a uma forte excitação de um grande grupo de neurônios. Estimulados, eles enviam muitos sinais elétricos a outras células nervosas, o que desencadeia um tipo de efeito dominó. No epiléptico, isso acontece por causa de lesões provocadas por razões tão diversas quanto complicações na hora do parto ou um acidente vascular cerebral, o popular derrame. Na crise, o cérebro do paciente sofre, então, uma espécie de tempestade elétrica, que resulta em súbitas alterações de toda sorte motora, sensorial e comportamental.
No Brasil estima-se que mais de três milhões de pessoas têm epilepsia;
274 casos novos e 50% com início na infância e adolescência.
Informação
A campanha "Epilepsia fora das sombras" da Liga Internacional contra a Epilepsia e do Escritório Internacional para Epilepsia é um esforço mundial para aumentar o conhecimento sobre epilepsia, eliminar o estigma e a discriminação com a condição.É lógico que este tema é muito mais abrangente, minha intenção de evidenciá-lo aqui é o de alertar para esta doença que afeta a muitos jovens brasileiros, dentre outros.
Créditos
Estas informações retirei de dois site, a saber:
http://saude.abril.com.br/edicoes/0296/medicina/conteudo_289214.shtml
http://www.epilepsiabrasil.org.br/

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